Há pouco menos de um ano, apareceu no site da Wharton School da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, uma notícia sobre uma conferência intitulada “Sustainability in the Age of Big Data,” (Sustentabilidade na Era do “Big Data”), realizada pela Initiative for Global Environmental Leadership – IGEL (Iniciativa para Liderança Ambiental Global).

De acordo com Arthur van Benthem, um professor de Economia de Negócios e Políticas Públicas da Wharton, “Big Data é uma enorme oportunidade para realizar melhorias ambientais e para aproveitar economias em função de eficiência no uso de energia. Nós observamos uma falha na economia de energia, uma vez que as pessoas parecem não adotar tecnologias eficientes financeiramente atrativas. Uma das razões comumente citadas para que isso ocorra é que a informação sobre como economizar energia é difícil de entender e leva muito tempo para ser coletada, ou que os dispositivos eficientes são difíceis de usar. As firmas que usam o “Big Data” podem ajudar os consumidores a vencer esses desafios”.


De acordo com pesquisadores industriais, se medidores inteligentes fossem incorporados em todos os Estados Unidos, eles gerariam cinco vezes mais dados do que os atuais. Por um lado, isto é um enorme volume de dados para serem analisados e gerenciados, mas, haveria uma grande vantagem: consultores da empresa Accenture estimam que esses medidores inteligentes poderiam, se adequadamente distribuídos, economizar a cada cliente da rede elétrica algo entre 40 e 70 dólares americanos por ano, além de diminuir as emissões de carbono (Nota do editor: nos Estados Unidos, os preços da energia elétrica são mais baratos que em nosso país).


A promessa é clara. Segundo Paul Rogers, Chefe de Desenvolvimento da GE e apresentador na mencionada conferência, “Na aviação, a economia de 1% de combustível equivaleria, em 15 anos, a 30 bilhões de dólares americanos. Em relação à energia gerada por gás natural, isto se traduziria em 66 bilhões de dólares americanos”.


Um estudo realizado pela McKinsey & Company em 2010, concluiu que um programa holístico de eficiência na utilização de energia poderia gerar economias de mais de 1,2 trilhões de dólares americanos, reduzindo o consumo final em 2020 em mais de 9 quatrilhões de BTUs e eliminando até 1,1 giga toneladas de gazes geradores do efeito estufa por ano.


Todavia, existem algumas barreiras a serem transpostas. As tecnologias que poderão produzir essas economias também irão gerar mais gastos de energia. De acordo com o Grupo Digital Power, as novas tecnologias, isto é, tudo desde smartphones até centros de dados, estão usando cerca de 1.500 terawatts/hora de energia elétrica por ano, ou, cerca de 10% de toda a geração mundial. A McKinsey destaca que toda a economia possível de energia mencionada no seu relatório representa apenas 23% da demanda esperada em 2020.


De acordo com Wayne S. Balta, “Nós estamos nos tornando instrumentados, interconectados e inteligentes. Nós temos a capacidade para medir, sentir e ver as exatas condições de tudo”.


Os próprios centros de dados da IBM representam um alvo maduro para ganhos em termos de eficiência energética. De acordo com Balta, os pesquisadores da IBM produziram tecnologias para medidas móveis codificadas por cores, que podem rastrear “locais quentes” em centros de dados e alveja-los com ar-condicionado, ou isola-los com chaminés – tornando desnecessário resfriar toda a instalação.


A Microsoft também está usando Big Data para obter ganhos energéticos. Uma equipe liderada pelo Diretor de Instalações, Darrell Smith, gastou três anos organizando 30.000 sensores existentes (muitos de diferentes épocas) no quartel general da empresa em Redmond, no estado de Washington num único sistema eficiente, em termos energéticos. A rede rende bilhões de pontos de dados por semana em áreas de custo como ar-condicionado, aquecedores, luzes e ventiladores, disse a empresa. Num caso, analisando os dados apareceu um exaustor de uma garagem, que foi deixado ligado durante um ano, custando 66.000 dólares americanos para a empresa. No total, o sistema evitou o que teria sido um investimento de capital de 60 milhões de dólares americanos em tecnologia para melhorar a eficiência energética.


Rob Bernard, o Estrategista Ambiental Chefe da Microsoft disse que o “exemplo canônico” de desperdício de energia é um edifício de uma empresa no qual as pessoas se sentem confortáveis, mas que, na realidade, é enormemente ineficiente, porque ambos os sistemas de resfriamento e de aquecimento de ar estão em operação, um cancelando o outro. “Os seres humanos podem não ser capazes de perceber que isto está ocorrendo, mas sistemas integrados podem se comunicar um com o outro e descobrir o problema”.


Seguindo essa tendência mundial, você pode economizar energia quando adquirir um condicionador de ar, escolhendo um aparelho de última geração que, além de ser mais eficiente, gastará menos energia elétrica, o que, principalmente nos dias atuais, é uma boa notícia. Para mais informação consulte o nosso site: http://www.strar.com.br/

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