Diferente do que se diz, o ar-condicionado não é o vilão

Nos últimos anos, um dos maiores dramas relacionados a saúde está ligado com a respiração. Ou melhor, com a má respiração. Com a industrialização, o meio ambiente pagou pelo preço das ações da sociedade que viu uma forma de fazer crescer sua economia de forma mais rápida. Desde então, governos de vários países se encontram periodicamente para conversar e entrar em acordos visando a diminuição da emissão de poluentes. A poluição dos dias de hoje é uma das maiores causadoras de mortes no mundo.

Mesmo em queda, a emissão de gases tóxicos ao organismo ainda é a responsável por doenças como asma, rinite, sinusite e até o agravamento de doenças cardiorespiratórias. Pra quem já tem uma pré disposição genética de ter alguma dessas doenças, a poluição excessiva serve como um impulso final. Grandes metrópoles como São Paulo, região onde se concentra um alto fluxo de veículos, além de fábricas, estão no mapa dos lugares com mais registros dessas doenças.

E o ar-condicionado? Também é culpado? 

Muitas pessoas são levadas a acreditar pelo senso comum que o aparelho de resfriamento faz mal a saúde. Isso é verdade? Um outro ponto do senso comum diz que: tudo em excesso é prejudicial. Isso sim é verdade. 

O ar-condicionado, assim como ventiladores, aquecedores, entre outros produtos, podem sim agravar sintomas em pessoas doentes se mal utilizados. O uso desses utilitários domésticos devem sempre seguir a orientação dos manuais e de médicos — caso o usuário tenha alguma doença crônica. Em vários casos, especialistas orientam o uso do ar-condicionado no lugar de ventiladores ou vice-versa. 

O importante é usá-los com restrições de temperatura (a intenção é sempre deixar o ambiente na temperatura ambiente ou ligeiramente refrescante, e não “fazer nevar”). Também se deve ter cuidado com a limpeza do aparelho e, dependendo da umidade do ar, colocar um umidificador, balde de água, ou pano úmido dentro do cômodo que terá o ar-condicionado — o ar seco e frio demais é o principal responsável pela propagação de doenças respiratórias. Hidratar as narinas com soro fisiológico também é importante em ambientes gelados e secos.

Existem diversos vilões para a propagação das mazelas respiratórias: Fumo, fatores genéticos, alergias (proveniente de substâncias químicas ou ácaros), infecção por vírus e respiração em ambientes poluídos, entre outros. O importante é avaliar sua rotina, o local onde mora, o trabalho e saber se eles podem ser responsáveis para futuras doenças. Uma mudança de hábito é muito mais importante do que condenar produtos que, bem utilizados, contribuem para o bem-estar. 

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Com informações: UOL, Sua Pesquisa, Tua Saúde.