24 de junho de 2015



1. Inspeção anual

Mesmo que o seu condicionador de ar aparentemente não apresente problemas, é uma boa ideia fazer uma revisão geral pelo menos uma vez por ano. Essa revisão geral deve incluir uma inspeção geral e, se não forem detectados problemas, deve ser feita pelo menos uma boa limpeza. O ideal é fazer essa revisão geral na primavera, para garantir que o aparelho opere em condições de máxima eficiência, quando chegar o verão. Recomenda-se que essa inspeção anual seja feita por um profissional habilitado.

2. Tomar cuidado com excesso de poeira e de umidade

Evite colocar o seu aparelho num local com muita poeira e em local muito úmido. O excesso de poeira tende a entupir os dutos do aparelho e isto pode causar problemas mecânicos e/ou elétricos. O excesso de umidade, que é absorvida pelo aparelho, acumula-se no reservatório como água líquida e esse reservatório precisa ser esvaziado de tempos em tempos.

3. Verificar a fonte de energia elétrica

 
Na maioria dos casos, estes aparelhos funcionam com corrente alternada de 110-120 volts. Todavia não esqueça de verificar isto no momento da compra, pois, alguns aparelhos podem ter a alternativa de 220-240 volts. Outra coisa importante é ter um regulador de voltagem, para impedir que eventuais aumentos súbitos da tensão possam “queimar” o motor da sua unidade.

4. Limpar ou substituir os filtros

 
Fazer uma limpeza regular ajuda os seus filtros a durar mais tempo, e a funcionar de maneira mais eficiente. Deve-se também limpar regularmente a unidade de pré-filtragem, que normalmente fica na parte superior traseira da sua unidade. Não se deve usar detergente ou sabões para limpar os filtros, pois eles frequentemente causam depósitos de resíduos, que podem causar entupimentos. As aberturas traseiras devem também ser limpas com um aspirador de pó, com a escova na extremidade. Se a sua unidade tiver um filtro de carbono, ele deve ser substituído a cada três ou seis meses.

5. Limpar a bobina do condensador

Se você notar acúmulo de fuligem, pó, ou gordura na superfície da bobina do condensador, limpe-a com um produto específico para fazer esta limpeza, ou com uma solução fraca de água com suco de limão, ou com vinagre.

6. Não dobrar o duto de escapamento (mantê-lo em linha reta)

Isto irá diminuir o acúmulo de umidade neste duto. Mesmo que ele esteja em linha reta, deve-se verificar de vez em quando se há acúmulo de umidade no seu interior. Este acúmulo de umidade pode encurtar a vida útil do seu aparelho.

7. Manter a parte exterior da sua unidade limpa

Com o aparelho desligado, limpe a superfície externa com um pano úmido, sem quaisquer produtos químicos. Não deixe o aparelho diretamente exposto à luz solar.

Você gostou deste post? Você tem um condicionador de ar? Como você cuida dele? Você tem alguma sugestão interessante que queira compartilhar conosco? Por favor, deixe os seus comentários no espaço a seguir.


Com informações:
Angieslist
Ashrae
Houselogic
Thisoldhouse 

Postado quarta-feira, junho 24, 2015 by Str Ar Condicionado

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17 de junho de 2015



Às vezes eu me pergunto quais aparelhos eletrodomésticos gastam mais energia elétrica e, portanto, contribuem mais para a já “salgada” conta que chega no fim do mês.


Como um dos aparelhos que consome energia elétrica é o condicionador de ar, então eu penso se os condicionadores de ar de 110 volts economizam mais que os de 220 volts, ou vice-versa.


Buscando a resposta no Google, eu achei o seguinte:


“A sua conta de eletricidade é baseada no consumo de quilowatts/hora e o KWh custa a mesma coisa independentemente da voltagem e, portanto, não há diferença no valor da conta de energia elétrica entre os aparelhos de 110 volts e 220 volts”.


O motivo pelo qual a existência das duas mencionadas tensões (voltagens) é que alguns aparelhos eletrodomésticos, tais como os fogões elétricos, o secador de cabelos e o aquecedor de água consomem muita potência; um aquecedor de água consome tipicamente 4.400 watts. A 110 volts, isto significa 40 amperes e a necessidade de um fio grosso. A 220 volts, 4.400 watts significam apenas uma corrente elétrica de 20 amps e não há necessidade de um fio tão grosso. A corrente elétrica mais baixa é também um pouco mais segura, pois, o aquecimento potencial do fio é menor.


A equação é a seguinte: potência (watts) = tensão (volts) x corrente elétrica (amps)


É por este motivo que a maioria dos aparelhos eletrodomésticos é limitada a valores entre 1.200 a 1.500 watts; 1.200 watts numa corrente elétrica alternada de 110 volts significam um pouco menos de 11 amps; 1.500 watts significam um pouco mais de 13,5 amps. A maioria das casas tem disjuntores ou fusíveis de 20 amps e, as mais antigas, de 15 amps. É recomendável ter alguma folga em relação aos seus disjuntores ou fusíveis e a corrente elétrica, para evitar acidentes elétricos e potenciais incêndios.


Uma curiosidade é que no Brasil, por razões históricas, existem redes elétricas de 110 volts e de 220 volts. A razão para que isto exista é que no início da implantação das redes elétricas a empresa contratada era inglesa e, na Inglaterra, o padrão usado é 220 volts. Por outro lado, optou-se mais tarde pelo padrão norte-americano, que é 110 volts.

Você gostou deste post? Está satisfeito com a resposta? Por favor, deixe os seus comentários no espaço a seguir.

Postado quarta-feira, junho 17, 2015 by Str Ar Condicionado

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10 de junho de 2015

Veja estas afirmativas:
 

  • Esta mesa futurística francesa pode resfriar o seu escritório sem gastar energia.
  • Esta mesa climática controla a temperatura ambiente sem gastar eletricidade.
  • Esta mesa absorve calor durante o dia e o usa para aquecer a sua casa à noite.

Serão verdadeiras? Vejamos.



A mesa climática ZEF (Zero Energy Furniture) é uma peça de mobília, a primeira da ZEF com “zero energia”. Ela foi criada pelo designer industrial francês Jean-Sébastien Lagrange e pelo engenheiro Raphaël Ménard, que reinventaram uma das primeiras criações humanas, a mesa; mas, esta vai muito além do seu propósito inicial, e ajuda a controlar a temperatura ambiente, sem gastar energia.


À primeira vista, ela parece uma mesa normal, com o seu topo elegante de madeira. Entretanto, ela promete reduzir os custos com energia elétrica em até 60%.


E como ela faz isto? Sob o tampo da mesa há vários materiais sensíveis às mudanças térmicas, conhecidos como materiais que mudam de fase (MMF), ou PCM – Phase Changing Materials, em inglês. Estes materiais amolecem quando a temperatura ambiente alcança 22°C, absorvendo e armazenando o excesso de calor, que é então liberado de volta para a atmosfera, quando estes materiais endurecem com a queda da temperatura.


Basicamente, esta mesa funciona como uma esponja térmica, absorvendo o excesso de calor, armazenando-o e liberando-o de volta para o ambiente. Segundo os seus inventores, ela pode reduzir a demanda de energia elétrica dos aparelhos de ar-condicionado em até 30%, e dos aquecedores em até 60%.


Esta mesa funciona especialmente bem nos cômodos que costumam experimentar grandes variações de temperatura durante as 24 horas, ficando muito quentes durante os dias ensolarados de verão e esfriando à noite; então a mesa ajuda a manter uma temperatura mais constante e confortável.

A parceria entre Lagrange e Ménard deve produzir algumas outras novidades num futuro próximo, à medida que eles forem acrescentando novos itens à linha ZEF, que deverão trazer com eles o mesmo conceito climático.

Você gostou deste post? Você gostaria de ter uma mesa assim em sua casa ou escritório? Por favor, deixe os seus comentários no espaço a seguir.


Com informações:
ZefDesign
InterestingEngineering  
DigitalTrends

Postado quarta-feira, junho 10, 2015 by Str Ar Condicionado

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3 de junho de 2015



Assim como um mesmo medicamento na mesma dose não pode ser adequado para todos os doentes, todas estas sugestões podem não ser as mais adequadas para a sua casa, mas garanto que a maioria delas será pelo menos suficiente para lhe dar boas ideias sobre o que fazer para deixar a sua casa mais confortável.


Um fato da vida parece ser que na grande maioria das casas há diferenças de temperaturas entre os diferentes cômodos, à medida que ocorrem variações de temperatura de norte a sul e de acordo com as estações do ano.


Veja, a seguir, algumas sugestões sobre possíveis causas e o que fazer para minimizar o problema.


1. Identifique vazamentos nos dutos do(s) condicionador(es) de ar e elimine-os

Este é um serviço para profissionais. Solicite ao seu fornecedor que faça uma vistoria completa do seu sistema, com o objetivo de encontrar possíveis vazamentos e de veda-los. Um fato importante é que, além dos vazamentos causarem diferenças nas temperaturas dos diferentes cômodos, eles também causam grande desperdício de energia. Portanto, a vedação de possíveis vazamentos pode também ajudar a diminuir a sua conta mensal.

2. Verifique o isolamento térmico dos seus cômodos


Em locais diferentes podemos ter diferentes problemas. Por exemplo, para quem mora no norte ou nordeste do país, geralmente o necessário é o resfriamento da casa, principalmente no verão. Já, nos estados do sul, além do resfriamento no verão, é também importante o aquecimento no inverno. As soluções para o aquecimento podem ser variadas: condicionador de ar; sistema de calefação através de uma caldeira que aquece água, que, por sua vez, circula através de dutos (canos) pelos diferentes cômodos da casa; existência de lareira em um ou mais cômodos. Em qualquer dos casos, se não houver um bom isolamento térmico dos cômodos, o calor gerado pode ser rapidamente dissipado. Portanto, um bom isolamento térmico é importante e deve ser verificado por um profissional competente.


3. Verifique a circulação do ar entre os cômodos


Numa residência, na maior parte do tempo, as portas que comunicam os diferentes cômodos permanecem abertas. Todavia, quando elas estiverem fechadas, a pressão do ar tende a aumentar no interior dos cômodos fechados. Isto favorece a ocorrência de diferenças nas temperaturas. Portanto, nestes casos, a solução é ter grades que permitam a comunicação do ar entre os diferentes cômodos, de modo que as diferenças de temperaturas sejam minimizadas. Consequentemente, verifique se em sua casa existe este sistema de circulação de ar e se está funcionando adequadamente.


4. Considere a colocação de um sistema de zoneamento


Se, mesmo depois de executadas as sugestões dos itens 1, 2 e 3, ainda houver grandes diferenças de temperatura entre diferentes cômodos, considere a possibilidade de colocar um sistema de zoneamento. Hoje em dia, existem sistemas que podem automaticamente corrigir estas diferenças de temperatura e que podem ser uma solução, se o problema persistir. Consulte o seu fornecedor.


5. Considere a possibilidade de substituir um sistema central por pequenos aparelhos instalados em cada cômodo


Esta pode ser uma solução alternativa. Um aparelho diferente em cada cômodo, ou, pelo menos nos principais, com controle individual de temperatura, também pode ser a solução.


6. Veja, na prática, quais destas soluções resultam em contas mais baixas de energia


Em muitos casos, o seu problema pode ser mais simples e, portanto, mais facilmente resolvido. Todavia, se você tiver uma casa grande com vários cômodos, vale a pena fazer um estudo e verificar qual destas soluções resultarão em menores contas de energia.

Você gostou deste post? Você tem em sua casa algum dos problemas mencionados neste post? Você tem alguma sugestão a fazer, além das aqui mencionadas e que queira compartilhar conosco? Por favor, deixe os seus comentários no espaço a seguir.

Postado quarta-feira, junho 03, 2015 by Str Ar Condicionado

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27 de maio de 2015


Se você estiver pensando em instalar um condicionador de ar em sua empresa, ou em substituir um aparelho já existente, você precisará saber que tipo e qual tamanho serão os mais adequados para satisfazer as suas necessidades e evitar eventuais problemas.


Quanto ao tipo, os aparelhos podem ter um ou múltiplos estágios. Um estágio significa que o aparelho tem apenas uma alternativa, isto é, pode estar ligado ou desligado; os aparelhos de múltiplos estágios são aqueles que permitem uma regulagem da capacidade de resfriamento ou de aquecimento, e podem funcionar a 100% da capacidade ou menos; em outras palavras, é possível regular a temperatura desejada.


Quanto à capacidade de resfriamento ou de aquecimento, os aparelhos são classificados em BTUs, ou em toneladas. O que significa isto? A sigla BTU quer dizer British Thermal Unit (Unidade Térmica Britânica), que é a quantidade de calor necessária para aquecer 1 libra (peso) de água de 1 grau Fahrenheit. Por outro lado, as unidades maiores tem a capacidade classificada em ton (toneladas). A relação entre essas unidades é a seguinte: 1 tonelada = 12.000 BTUs.

 
E como é calculada a dimensão do aparelho que você precisa, em termos de BTUs, ou de tons? O cálculo é feito em cinco passos:


Passo 1: calcule a área (m2) a ser resfriada ou aquecida. Se esta área for dividida em vários compartimentos (salas separadas e fechadas), de modo que cada área tenha um aparelho individual, este cálculo deve ser feito separadamente para cada uma delas.


Passo 2: multiplique a área calculada por 25.


Passo 3: Acrescente ao total calculado após o passo 2 o valor 400 (quatrocentos) por cada pessoa que trabalhar nesta área.


Passo 4: Acrescente ao total calculado após o passo 3 o valor 1.000 (hum mil) por cada janela ou porta existente nessa área.


Passo 5: O número calculado após o passo 4 representa o mínimo de BTUs necessárias para resfriar ou aquecer adequadamente essa área.


Para mais detalhes sobre o cálculo de BTUs veja os seguintes posts:


Como escolher o condicionador de ar certo e obter o máximo dele


Doze principais coisas que os consumidores devem saber sobre ar condicionado (Parte 1)

Antes de comprar um aparelho de ar condicionado para quarto ou sala


ou use a nossa calculadora virtual para ajuda-lo:


http://www.strar.com.br/calcular-btu/


Outro aspecto importante é a localização do sistema condicionador de ar. Existem as seguintes opções:


Sistemas localizados acima do teto: ficam preferentemente em grandes prédios e a unidade condensadora fica acima do teto; todavia, este tipo não funciona bem em prédios de vários andares.


Sistemas Split (divididos): neste sistema o ar é extraído do ambiente através de dutos, sendo então resfriado ou aquecido, retornando depois ambiente novamente através de outros dutos. Para o resfriamento é usado um gás tipo freon.


Sistemas de tratamento e de distribuição de ar: estes sistemas levam o ar resfriado ou aquecido a diferentes partes do edifício, permitindo que a operação seja dividida, reduzindo a carga de trabalho de cada unidade.


Outra escolha a ser feita é: instalar uma única grande unidade, ou várias pequenas unidades, uma para cada compartimento (sala). Isto vai depender do tamanho e da configuração do edifício. Por exemplo, em grandes edifícios com várias salas, pequenos aparelhos individuais pode ser a melhor escolha. Já em pequenos prédios, a melhor escolha poderá ser um único aparelho mais potente.


Outras alternativas para resfriamento são:


Sistema de água resfriada: a unidade é instalada acima do teto, ou fora do prédio e resfria água a uma temperatura entre 40 e 45° Fahrenheit (4,4 a 7,2°C), sendo depois bombeada para dentro do espaço para distribuição. Funciona bem para edifícios de vários andares.


Torre de resfriamento: ela tem uma corrente de água fria, que passa por um trocador de calor. O ar é então soprado pela superfície da água causando alguma evaporação, o que resfria a corrente de água.


Toda esta informação pode ajuda-lo a comprar um aparelho ou um sistema condicionador de ar que melhor se adapte às necessidades da sua empresa. Assim mesmo, uma boa decisão pode ser tomada consultando também um representante técnico da STR.

Você gostou deste post? Por favor, deixe os seus comentários no espaço a seguir.


Com informações:
eBay.com

Postado quarta-feira, maio 27, 2015 by Str Ar Condicionado

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20 de maio de 2015



Na crise atual de falta de água, com notícias ruins de níveis baixíssimos de reservatórios e pouca chuva, aparece uma boa notícia: a água resultante dos condicionadores de ar pode (e deve) ser reaproveitada.

Vamos ver, a seguir, alguns exemplos de como isto pode ser feito.


Uma moradora de um condomínio de Porto Alegre fez o seguinte: contratou um encanador, que ligou o cano por onde sai a água do condicionador de ar a um reservatório, de onde essa água (são 800 ml por cada hora em que o aparelho fica ligado) é reaproveitada para limpeza do banheiro e para dar a descarga do vaso sanitário.


Um hostel do Rio de Janeiro, que tem 9 quartos e acomoda 40 pessoas, resolveu reaproveitar a água que pinga dos condicionadores de ar dos quartos. Esta água é captada num reservatório, de onde é usada para limpeza e para repor a água da piscina, neste caso depois de ser tratada com cloro. Segundo um dos sócios deste estabelecimento, são captados até 15 litros de cada aparelho por noite.


Uma dona de casa em Recife ligou o cano, por onde sai a água do condicionador de ar, por meio de uma mangueira, até um garrafão vazio de 20 litros. Na manhã seguinte o garrafão estava quase cheio. Então, ela fez a mesma coisa no aparelho que fica no quarto dos filhos e, atualmente, recolhe cerca de 40 litros de água limpa por dia, que é usada na limpeza do chão e para regar as plantas.


Já o proprietário de uma academia de ginástica em Jaboatão dos Guararapes (grande Recife) capta a água de dois condicionadores de ar (aproximadamente 70 litros por dia) e a usa para lavar os banheiros da academia, regar as plantas, lavar a sua moto e, quando sobra alguma coisa, doa para os vizinhos.


De acordo com o professor Luciano Prestelo, do curso técnico de refrigeração do Instituto Federal de Pernambuco (IFPE), apesar de não ser indicada para o consumo humano (beber ou tomar banho) porque não é filtrada e não recebe tratamento antibactericida, a água é considerada limpa e pode ser reutilizada para práticas sustentáveis, além de trazer economia financeira. "O sistema doméstico é feito de forma simples e com baixo custo, já que os materiais usados são canos e reservatórios de plástico”, explica. Segundo o professor, a água é produzida porque os aparelhos retiram a umidade do ar através do processo de condensação, quando a água passa do estado gasoso para o líquido.


Durante um trabalho em sala de aula sobre soluções ambientais sustentáveis no Colégio Sapiens, no município de Umuarama, interior do Paraná, professores e alunos decidiram reaproveitar a água dos 15 aparelhos do tipo split. Desde 2011, quando a ideia foi executada, a escola conseguiu reduzir a conta de água em 17%. “A água coletada é armazenada em um recipiente fechado, onde foi instalada uma torneira. Usamos a água para regar o jardim, lavar os panos de limpeza do colégio, o interior e a calçada da escola”, explica a diretora da instituição Célia Lira. Todos os dias, das 7h às 12h, quando os 15 condicionadores de ar estão ligados, a escola recolhe cerca de 90 litros de água.


Há 18 anos, Roney Dias lava carros em frente a um prédio na Asa Norte do Distrito Federal. Por sugestão dos seus clientes, há cinco anos, Roney começou a coletar a água dos condicionadores de ar instalados no prédio. De forma simples e eficiente, ele usa 15 baldes com capacidade de 18 litros cada. O resultado são 270 litros de água por dia, que ele usa para lavar dez carros e ainda sobra um pouco para o dia seguinte.

 
A rede McDonald’s também está incentivando o consumo consciente de água em todos os seus restaurantes no país. Diversas unidades já possuem cisternas ou caixas d’água que captam e armazenam a água da chuva e dos aparelhos de ar-condicionado para ser utilizada na limpeza dos pisos e nas descargas dos banheiros. Dependendo da temperatura e da umidade do ar, é possível gerar até 1.000 litros de água por dia em cada loja, que são reaproveitados nos vasos sanitários e na irrigação dos jardins.


Esses são apenas alguns exemplos e, certamente, muitas outras pessoas e instituições estão fazendo algo semelhante por todo o país.

Você gostou deste post? Você tem um condicionador de ar em sua casa ou apartamento? Se tiver, já pensou em reaproveitar a água do seu aparelho? Tem alguma sugestão diferente das mencionadas neste artigo? Por favor, deixe os seus comentários no espaço a seguir.


Com informações:
G1 
Uol Economia 
Web ArCondicionado

Postado quarta-feira, maio 20, 2015 by Str Ar Condicionado

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13 de maio de 2015



A China está entre os países que mais estão desenvolvendo a tecnologia de impressão 3D e há poucas semanas, na Appliances & Electronics World Expo 2015 em Xangai, o Haier Group apresentou o primeiro condicionador de ar esteticamente projetado e fabricado numa impressora 3D.


Este, que foi o primeiro condicionador de ar jamais fabricado numa impressora 3D foi colocado à venda por 40.000 Yuans (aproximadamente 6.395 dólares americanos).


Então, alguém poderia perguntar: “qual é a vantagem de ter um condicionador de ar feito numa impressora 3D”? O que torna este condicionador de ar especial é o fato de que ele pode ser totalmente customizado, tanto em relação à sua aparência, como também em relação ao funcionamento. Quem iria pensar no dia em que teríamos um produto com estas características disponível no mercado!


Esse dia aparentemente chegou. Assim, cada aparelho é único e pode ser fabricado de acordo com as aspirações do cliente. Desde a caixa externa até as peças internas são feitas uma de cada vez, o que permite essa grande personalização. De fato, o cliente pode escolher detalhes como a cor, a forma da grade externa, e outros.


O fabricante espera que, num futuro breve, a personalização possa ser ainda maior e alguns detalhes, como, por exemplo, a cor, fotos, datas de aniversário, figuras de arte, etc. possam ser incorporados ao aparelho.
 


Você gostou deste post? Você estaria disposto a pagar esse preço para ter um condicionar de ar inteiramente personalizado? Você acha que futuramente esse preço poderá baixar? Por favor, deixe os seus comentários no espaço a seguir.


Com informações:
3dprint  
3ders
DigitalTrends
PSFK

Postado quarta-feira, maio 13, 2015 by Str Ar Condicionado

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